Viva, gente!

Notei que, infelizmente, uso os mesmos personagens recorrentemente nas minhas histórias, mas nunca me dei ao trabalho de os introduzir devidamente. E eu devia dedicar-me a isso, porque compreendo perfeitamente que durante a história ninguém tenha dado conta do nome do A, do B ou do C…

Se estão a perguntar porque é que eu não os introduzi durante o percurso da história e no interior da mesma, é porque sei de experiência própria que nem toda a gente grita o seu próprio nome para todos os desconhecidos que encontra. Pelo que deixei os nomes para serem descobertos em conversas e afins, mas penso que não resultou. De qualquer modo, vou-me deixar disto e tentar apresentá-los de uma vez, pelo menos aqueles que mais vezes apreceram / hão-de aparecer e depois por outros mais underground dos quais só a cara vimos e ao longe, bem escondidos.

Como já tenho o desenho à mão, começo por vos apresentar a Ângela.

Esta menina vive com o marido num apartamento, que é ainda mais miúdo que ela e é caloiro como já se sabe – o Mikhail. Ela já deve andar algures no segundo ano e é rapariga de marrar o dia inteiro a ver se consegue manter uma média decente. Foi à Praxe para ver como era, aguentou-se e ficou porque, no fundo, ela gosta de mandar nos outros.

É uma desconfiada do caraças e um dia apagou a memória ao Nikita ninguém sabe muito bem porquê. Bom, eu sabia, mas não me apeteceu desenvolver.