Vá lá, quem é que não o faria?
Toda a gente devia tentar, pelo menos uma vez, utilizar a toalha de praia como se fosse uma capa.
…DAT ASS.
Esta coisa de ter tempo livre e de ter livros para ler (mentira, já estou a acabar o stock) levou-me à ideia engraçada de “e que tal se fizesse um marcador de páginas?”
Já há muito que não desenhava à mão e ideias, nem vê-las, pelo que fui rabiscando a ver o que surgia. E que tal a Ângela de um lado e o Mikhail do outro? O próprio rabisco demorou montes de tempo a fazer visto que quando há falta de prática, o jeito para desenhar rostos vai-se logo embora. E eu não podia estar satisfeita com aqueles olhos.

Passar o rabisco a limpo foi outra aventura, em que desisti de algumas ideias e experimentei outras e que pensei que ia ficar pior porque já estava a ver a mão a tremer muito. Mas no final até me agradou, especialmente o cabelo da Ângela:


Admira-se o preto e branco um pouco e preparo-me para a eventualidade de ainda vir a estragar tudo. Apliquei algumas cores com uns lápis de cor da Staedtler, que vim a descobrir serem uma má escolha. Deu-me muito, muito trabalho pintar algo tão simples como uma casaca. Geez. Pelo menos o cabelo não ficou tão mal assim.
Depois destas tentativas frustradas, mudei para os lápis Caran d’ache da minha irmã mais nova. A ver o efeito (segundo dela, dá para fazer qualquer coisa com água e vale a pena experimentar). O chato foi que já tinha pintado algumas coisas com os lápis antigos, o que me cortou um pouco as asas. Mas no final, o resultado não foi completamente desinteressante:

OMG COLOR :D
Depois foi uma questão de colar em torno do cartão preparado para o efeito e passar plástico por cima. Acrescentei alguns efeites para unhas que francamente ninguém usa para dar um aspecto mais interessante. Acho que no fundo, consegui enganar-me menos vezes do que esperava.

Hora de ir marcar páginas!
É um infinito jogo do sério! Tirando a parte que o exame acaba daqui a 10 minutos e portanto vão ter de sair da sala.
E aposta-se por aí que o Telos está duplamente chateado porque o Mikhail já terminou o exame há bastante tempo e está só ali sentado a olhar para ele.
Wow, mas que enchente de comics sobre o Mikhail e a Ângela, não? Já estava na hora de passar aos outros personagens, eles também precisam de amor~ Mas, apesar de tudo, adoro a dinâmica deste casal.
Férias. Elas estão aí ao virar da esquina – tanto quanto sei, só mais duas semanas de trabalho, pelo menos para mim. Não sei agora se deveria manter o tema académico ou passar para algo mais… de férias? Ajudem-me.
Comer-se em público, sim. Há muita gente que deve achar isso mesmo lindo de se ver, digo, a julgar pelo menos pelo tempo que dedicam a essa… actividade.
O Mikhail e a Ângela andavam como que a esconder a sua relação do mundo – apesar de não terem tido muito sucesso com isso, ou pelo menos não tanto como gostariam de ter – mas tendo em conta que agora o Mikhail já não é o que por cá se chama de Caloiro, não há problema em largar o privado, tirando que… Bom, eles não são muito adeptos de demonstrações públicas de afecto.
Quiçá, provavelmente vão andar apenas juntos por aí como qualquer outro par de colegas, isto é, se pelo menos a Ângela ganhar coragem para arrancar o Mikhail aos amigos por um bocadinho.
A história da minha vida.
De repente, dás contigo cheio de trabalho, depois habituas-te a ter cenas para fazer a toda a hora e depois de repente vai tudo à vida e encontras-te de mãos vazias e sem sentido na vida (quanto exagero). E é como se estivesses de… ressaca.
E como qualquer ressacado, vais procurar por mais. E pronto.
E claro, o livro que o Mikhail está a ler. Ou Kirchhoff.
Alguém ainda se lembra quando, há muito, muito tempo, a Shizamura ouviu umas coisas que não devia ter ouvido e que podiam ter mudado muita coisa, mas não mudaram?
Pois é, se calhar o Mikhail devia era pensar na sorte que tiveram. Mas bom, no fundo, não podia estar à espera que a Shizi acreditasse naquilo – até porque ele tinha todo o ar de quem tinha adormecido na banheira!
E claro, comic em formato de progressão que junta montes de estágios/estilos == fixe para mim! Que acham?
Não penso que beber um shot fosse a melhor solução para o problema do frio; até porque está visto que o álcool ajuda é com a hipotermina. Ainda assim, há quem tente a sua sorte.
E isto é, portanto, parcialmente baseado numa história verídica. E já agora, parabéns para quem adivinhar quem é o tipo a servir na barraquinha. Barraca que, por sinal, foi muito engraçada de desenhar.
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